quarta-feira, 30 de junho de 2010

Tem músicas que valem para diferentes situações

Algumas letras são atemporais por trazerem mensagens que podem embalar a vida em vários momentos...
"Eu Sei



Legião Urbana


Composição: Renato Russo

Sexo verbal


Não faz meu estilo


Palavras são erros


E os erros são seus...






Não quero lembrar


Que eu erro também


Um dia pretendo


Tentar descobrir


Porque é mais forte


Quem sabe mentir


Não quero lembrar


Que eu minto também...






Eu sei! Eu sei!...






Feche a porta do seu quarto


Porque se toca o telefone


Pode ser alguém


Com quem você quer falar


Por horas e horas e horas...






A noite acabou


Talvez tenhamos


Que fugir sem você


Mas não, não vá agora


Quero honras e promessas


Lembranças e histórias...






Somos pássaro novo


Longe do ninho


Eu sei! Eu sei!..."

Cada um sabe o que quer, vê só o que quer, mas algumas vezes as verdades que criamos podem acabar com outras verdades que desconhecemos.

domingo, 27 de junho de 2010

Despedida de um sonho

Os sonhos nascem dos desejos, insistem em projetar imagens
Bastar cerrar os olhos, e pairar nas paisagens.
Desejos fazem parte das idéias, sonhos do incontrolável.
Dolorosa esta missão de deixar um sonho.
Alguns não são possíveis, a realidade é incontestável.
Arrancar do peito o que pulsa, trancar no passado o que não cabe mais.
Despedir-se traz a sensação de final.
E nem sempre eles são felizes.
É preciso fechar os olhos e tentar não ver.
Estabelecer prazos, prioridades, racionalizar.
Manter-se firme para não voltar a crer.
Cravar a estaca no peito, sem arrependimentos.
Despedir-se do sonho, deixar tudo limpo.
E no meio do vazio, erguer novos desejos.
Fazer outros pedidos, soltar os sentimentos.
E se o novo sonho ficar pesado...
Despedir-se novamente!
Para isto existe o passado.
Abrigo imortal dos sonhos abandonados.

Shirlei

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Pedido

Que meu sentir seja intenso, mas deixe espaço para pensar.







Que exista a saudade, mas também o retorno para que as lágrimas não me acompanhem constantemente.







Que meu encantamento com o simples não desapareça, para poder aproveitar a beleza do cotidiano.







Que eu possa acreditar, mesmo tendo motivos para desistir.







Que mantenha minha essência em meio a turbulência.







Que o amor seja minha inspiração para sorrir, mesmo que seja das trapalhadas que venha a fazer.







Peço alegria, coragem e sabedoria e assim poderei fazer do meu presente um presente.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Memórias da alma

Caminhava apressada para chegar na minha casa depois de um dia atribulado e comecei a relembrar fatos da minha infância, doces memórias que me remeteram as doces paisagens do sitio da minha avó.
A mina d'agua era misteriosa, fonte que brotava no chão e me hipnotizava por horas em busca de respostas que até hoje não encontrei, o fluir da água levava meu pensamento por viagens ao desconhecido me fazia virar pássaro, ser livre que voa ao sabor do vento. A água gelada e límpida que brotava no meio do chão era a prova de que magia existia, bastava saber olhar, e dizem que água não tem sabor, provavelmente não experimentaram aquela, não da forma que eu saboreava cada gole da fonte misteriosa.
E o dançar das copas, folhas com verdes variados que espalhavam seu perfume pelo ar, tão vivas e únicas que os o simples percorrer dos olhos pela imponência dos seus troncos me esticavam e alteravam minha forma, passava a ser grande, uma gigante de raízes.Subir naqueles troncos e colher os frutos dos abacateiros e mangueiras nos ligavam num só ser , fruto que alimenta, semente que retorna ao solo e se refaz numa nova vida, criança que alimenta o corpo e enriquece a alma.
E o solo, quantas cores pode ter a terra? Confesso até hoje não posso responder, e as texturas, argila branca e macia, colhida no leito do córrego de águas mágicas, dançavam nas palmas e viravam bailarinas, princesas de barro, não precisavam endurecer como nos acontece com o passar dos anos, bastava retornar para a água e renascer macias e maleáveis prontas para bailar. Calcários que misturavam nuances variadas de amarelos e vermelhos, alegres e vivos, uns arranhavam quando pressionados e outros simplesmente deslizavam entre os dedos e viravam poeira multicor.
O cacarejar das galinhas, o milho espalhado no terreiro e a imagem da minha avó um ser tão imponente que foi moldado num corpo pequeno e magro para lhe deixar ainda mais surpreendente, uma orquestra da natureza, canção simples que marcava o passar do tempo e ritualizava a permissão para brincar.
O céu estrelado, o medo das verrugas por apontar as graciosas luzes no infinito, o som do violão ao lado do fogão de lenha, o calor da família reunida repetindo os causos que despertavam tanto...
Eram férias, mas também eram reencontros, aprendizagens e fantasia.
Saudade da minha infância, nem sabia o que era poesia mas já a sentia, apreciava e vivia dela.
São memórias da minh'alma que em meio a solidão do caos confortam, recriam e inspiram.
E no sítio Boa Vista descobri que olhar não é coisa pra se fazer só com os olhos, precisa usar a mão, o nariz, a boca, a alma e o coração.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Tá chegando o dia...

Dia 12 de junho é dia dos namorados, mas para muitas mocinhas é dia de preparar as famosas simpatias para Santo Antônio, tem gente que acredita funcionar, como estou encalhada até agora não posso garantir nada,rsrs!
Mas resolvi postar algumas simpatias engraçadas e interessantes que encontrei na rede, e se você está na fase do desespero pode tentar a sorte, afinal sábado será um dia bom para se ocupar dos preparativos.



Boa sorte!!!


1 – Quem deseja descobrir o nome do futuro companheiro deve comprar um facão e, à meia-noite do dia 12 de junho, cravá-lo numa bananeira. O líquido que escorrer da planta deve formar a letra do futuro amor.






2 – Uma das mais antigas tradições diz que, para descobrir o futuro companheiro, é preciso escrever os nomes dos candidatos em vários papéis. Um deles deve ser deixado em branco. À meia-noite do dia 12 de junho, eles devem ser colocados em cima de um prato com água, que passará a madrugada ao relento. No dia seguinte, o que estiver mais aberto indicará o escolhido.






3 – Aqueles que têm pressa em arranjar um namorado devem comprar uma pequena imagem do santo. E para agilizar a conquista do pedido, fazer dois procedimentos: tirar o Menino Jesus do colo do religioso, dizendo que só devolverá quando conseguir um namorado, ou ainda, virar o Santo Antônio de cabeça para baixo.






4 – O mais afoito tem ainda outro recurso. Deve ir a um casamento e dar de presente aos noivos uma imagem de Santo Antônio, sem o Menino Jesus. Depois, pedir no altar para se casar com alguém, especial ou não. Assim que a graça for alcançada, deve retornar à igreja e lá depositar a imagem do Menino Jesus.






5 – Os que já estão acompanhados, mas ainda não subiram no altar, também possuem práticas específicas. A pessoa deve amarrar um fio de cabelo seu ao do namorado. Eles devem ser colocados aos pés do santo, que, logo, logo, resolve a questão.






6 – À meia-noite do dia 12 de junho, quebre um ovo dentro de um copo com água e o coloque no sereno. No dia seguinte, interprete o desenho que se formou. Se aparecer algo semelhante a um vestido de noiva, véu ou grinalda, o casamento está próximo.






7 – Para a pessoa saber se o futuro companheiro será jovem ou mais velho, é preciso arranjar um ramo de pimenteira. De olhos fechados, ela deve pegar uma das pimenteiras. Se a escolhida for verde, ele será jovem. Caso contrário, o casamento acontecerá com alguém de idade avançada.






8 – A tradição popular acredita que há uma forma especial de fazer as pazes entre casais brigados. Para isso, é preciso um cravo e uma rosa. Os talos devem ser amarrados juntos com uma fita verde, na qual serão dados 13 nós. Durante o procedimento, o devoto deve pensar que Santo Antônio vai uni-los outra vez.






9 – Para descobrir se falta muitos anos para a grande data, na véspera do dia 13 de junho, à meia-noite, amarre uma aliança – que pode ser de qualquer parente – numa linha ou num fio. Coloque um copo sobre a mesa e segure o fio de modo que a aliança esteja dentro do copo. Pergunte, então, quantos anos faltam para o casório. O número de batidas informa quantos anos ainda restam para o Dia D.